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Deus: realidade ou mito? (2011)
É um livro polêmico no qual o autor aborda um tema sempre atual, em forma de debate entre seis personagens fictícios: o teólogo, o místico, o poeta, o filósofo, o cientista e o cético.:
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A Correnteza (2013)
É um livro de poesias, onde o autor, por esse gênero literário, exibe as suas preocupações filosóficas. É o que ele gosta de chamar de poesofia. É um livro de poesias, onde o autor, por esse gênero literário, exibe as suas preocupações filosóficas. É o que ele gosta de chamar de poesofia.:
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Caminhos do Tempo (2017)
O autor, neste livro, reuniu artigos e aforismos de diversas épocas, alguns publicados na mídia e outros em eventos diversos.:
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Os olhos da solidão (2014)
Com poesias de conteúdo principalmente filosófico, o autor escolheu a sua biblioteca como o mosteiro psíquico, onde escreve as suas reflexões sobre o mundo.:
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Agenda da Vida (2010)
Valter da Rosa Borges é um filósofo e poeta, que prima pela concisão de seus textos. Neste seu livro, ele aborda, como sempre, os problemas fundamentais da nossa existência. Para ele, o mais importante da vida é o próprio viver. Daí, a síntese de seu pensamento em um dos textos do livro: “Na minha agenda só tenho um compromisso inadiável: viver.”:
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Meditando na pandemia - Aforismos & Poemas (2021)
A pandemia não afetou a atividade intelectual do autor. A redução dos contatos físicos entre as pessoas não lhe diminuiu o interesse pelos problemas humanos exacerbados na solidão. Este livro é o testemunho de que a meditação é a terapia adequada nos tempos difíceis.:
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O ser, o agora, o sempre (1996)
A Comissão Julgadora do “Prêmio Lyra e Cesar”, da Academia Pernambucana de Letras, concedeu o primeiro lugar ao livro “O Ser, o Agora, o Sempre” do escritor pernambucano Valter da Rosa Borges, em seu parecer destacou o seu “alto nível de conteúdo e beleza em forma, contenção e síntese admiráveis” e que seu autor revela possuir “espírito culto, profundo e de grande lucidez”. O jornalista Jacques Cerqueira, Subeditor do Caderno Viver, do Diário de Pernambuco, do dia 15 de abril de 1996, sob o título Ciência e lirismo, observou que as poesias do livro de Valter da Rosa Borges “ganham linguagem telegráfica, quase hai-kais, mas misturando elementos da Mitologia grega, religiosa e até científicos.” E, em outro trecho, assinala: “Deus, Céu, Morte e Vida também estão sempre presentes nos poemas de Rosa Borges. Com muita razão. O poeta vagou e divagou por várias religiões.:
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