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- Com poesias de conteúdo principalmente filosófico, o autor escolheu a sua biblioteca como o mosteiro psíquico, onde escreve as suas reflexões sobre o mundo.:
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- Em linguagem concisa, com feitio de aforismos, o autor se coloca como observador da experiência humana nos seus mais variados aspectos. O livro conduz o leitor a observar a realidade à vista nua, sem os óculos de seus condicionamentos culturais.:
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- Valter da Rosa Borges é um filósofo e poeta, que prima pela concisão de seus textos. Neste seu livro, ele aborda, como sempre, os problemas fundamentais da nossa existência. Para ele, o mais importante da vida é o próprio viver. Daí, a síntese de seu pensamento em um dos textos do livro: “Na minha agenda só tenho um compromisso inadiável: viver.”:
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- Introdução ao Paranormal foi o primeiro livro de Parapsicologia publicado pelo autor, quando então estava influenciado pela doutrina espírita, da qual se apartou, anos depois, para adotar a postura de livre pensador.:
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- O Conselho de Cultura de Pernambuco, em ofício n. 37/98, de 23 de março de 1998, a comunicação que, em sessão plenária do dia 10 de março de 1998, mediante proposição do Conselheiro Reinaldo Oliveira, foi aprovado, por unanimidade, Voto de Louvor a Valter da Rosa Borges pelo lançamento do livro “Grêmio Cultural Joaquim Nabuco (Memória de um Bairro)”.:
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- Trata-se de um livro de poesias, impregnado de reflexões filosóficas, em forma sintética, característica do espírito plural do autor.:
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- Este livro é uma das tantas propostas que, durante séculos, têm sido feitas para uma reflexão sobre a realidade na ciência, na filosofia e na religião. O autor partiu do pressuposto de que, essencialmente, há uma só realidade, porém em níveis diferentes, cada qual com as suas características próprias.:
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- É um livro de poesias, onde o autor, por esse gênero literário, exibe as suas preocupações filosóficas. É o que ele gosta de chamar de poesofia. É um livro de poesias, onde o autor, por esse gênero literário, exibe as suas preocupações filosóficas. É o que ele gosta de chamar de poesofia.:
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- Não se está diante de mais um livro de autoajuda, ou de "esoterismo", ou de imposição de fórmulas milagrosas "salvação" e felicidade. O Autor não é um ilusionista ou um aproveitador da alheia inocência e da esqualidez pensante. Não é mais um "iluminado", espécie de que se encontra infestado e empestado o mercado livreiro, o comércio da fé e da indigente psicologia em voga numa ambiência de atordoados e medíocres. Desavisado andará quem recorrer, nestas páginas, à gurulatria dos magos de plantão. Ao contrário: Rosa Borges sabe ser impiedoso e punitivo, ao desnudar o mundo dos humanos, a partir do seu próprio desnudamento, numa audácia catártica que não exclui, quiçá contraditoriamente, a
compreensão das nossas fraquezas e, sobretudo, das nossas ilusões. Ele transita por essa dualidade num à-vontade que beira (com rima e tudo) a irresponsabilidade, tamanha sua contundência não raro professoral. Para tanto, requer-se uma coragem intelectual somente reservada a quem não teme pensar e descer, até às últimas consequências, ao poço trevoso da condição humana.:
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- O poeta e crítico literário Ezra Pound certa vez salientou que a poesia se destaca entre as modalidades literárias por seu inigualável poder de síntese. O livro “Meditações do Entardecer”, de Valter da Rosa Borges, é um exercício dessa síntese, onde o autor procura conciliar a poesia com outras áreas do conhecimento humano, notadamente a Filosofia. Não é um livro para ser aligeiradamente lido, mas principalmente para ser meditado, porque a beleza, como a vida, se desenvolve na elegância da coerência e do paradoxal.:
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