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Deus: realidade ou mito? (2011)
É um livro polêmico no qual o autor aborda um tema sempre atual, em forma de debate entre seis personagens fictícios: o teólogo, o místico, o poeta, o filósofo, o cientista e o cético.:
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A Parapsicologia em Pernambuco (2000)
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O ser, o agora, o sempre (1996)
A Comissão Julgadora do “Prêmio Lyra e Cesar”, da Academia Pernambucana de Letras, concedeu o primeiro lugar ao livro “O Ser, o Agora, o Sempre” do escritor pernambucano Valter da Rosa Borges, em seu parecer destacou o seu “alto nível de conteúdo e beleza em forma, contenção e síntese admiráveis” e que seu autor revela possuir “espírito culto, profundo e de grande lucidez”. O jornalista Jacques Cerqueira, Subeditor do Caderno Viver, do Diário de Pernambuco, do dia 15 de abril de 1996, sob o título Ciência e lirismo, observou que as poesias do livro de Valter da Rosa Borges “ganham linguagem telegráfica, quase hai-kais, mas misturando elementos da Mitologia grega, religiosa e até científicos.” E, em outro trecho, assinala: “Deus, Céu, Morte e Vida também estão sempre presentes nos poemas de Rosa Borges. Com muita razão. O poeta vagou e divagou por várias religiões.:
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A medida do que somos (2007)
O livro é um leque de pensamentos filosóficos sobre os temas mais importantes da existência humana. Não é apenas para ser lido, mas meditado, o que torna agradável a sua leitura, pela síntese, clareza e objetividade que caracterizam o estilo do autor.:
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Grêmio Cultural Joaquim Nabuco (1998)
O Conselho de Cultura de Pernambuco, em ofício n. 37/98, de 23 de março de 1998, a comunicação que, em sessão plenária do dia 10 de março de 1998, mediante proposição do Conselheiro Reinaldo Oliveira, foi aprovado, por unanimidade, Voto de Louvor a Valter da Rosa Borges pelo lançamento do livro “Grêmio Cultural Joaquim Nabuco (Memória de um Bairro)”.:
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A saga do existir (1999)
Não se está diante de mais um livro de autoajuda, ou de "esoterismo", ou de imposição de fórmulas milagrosas "salvação" e felicidade. O Autor não é um ilusionista ou um aproveitador da alheia inocência e da esqualidez pensante. Não é mais um "iluminado", espécie de que se encontra infestado e empestado o mercado livreiro, o comércio da fé e da indigente psicologia em voga numa ambiência de atordoados e medíocres. Desavisado andará quem recorrer, nestas páginas, à gurulatria dos magos de plantão. Ao contrário: Rosa Borges sabe ser impiedoso e punitivo, ao desnudar o mundo dos humanos, a partir do seu próprio desnudamento, numa audácia catártica que não exclui, quiçá contraditoriamente, a compreensão das nossas fraquezas e, sobretudo, das nossas ilusões. Ele transita por essa dualidade num à-vontade que beira (com rima e tudo) a irresponsabilidade, tamanha sua contundência não raro professoral. Para tanto, requer-se uma coragem intelectual somente reservada a quem não teme pensar e descer, até às últimas consequências, ao poço trevoso da condição humana.:
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O Grande Júri (2006)
O programa “O Grande Júri”, criado, produzido e apresentado por Valter da Rosa Borges na TV Universitária Canal 11, e talvez o primeiro programa de debates culturais na televisão brasileira contou com a participação das pessoas mais expressivas da inteligência pernambucana.:
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